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Quem foram os Quatro Califas Rashidun?

Os Quatro Califas Rashidun sucederam o Profeta Muhammad politicamente, e o legado deixado por eles é cultuado entre os muçulmanos até os dias atuais.
  • Os quatro Califas Rashidun ou “justos’’, eram companheiros do Profeta Muhammad que após a sua morte o sucederam na liderança política e espiritual dos muçulmanos de suas épocas.
  • O período em que esses homens governaram ficou conhecido como Califado Rashidun, e foi um dos períodos mais prósperos do Islam em todos os sentidos.
  • Durante este período, a mensagem do Islam foi levada para vários povos de diferentes continentes, bem com as fronteiras islâmicas se expandiram rapidamente.
  • Infelizmente, os conflitos internos fizeram com que este período acabasse de forma trágica.

No Islam, os quatro califas bem guiados formaram em seu governo um período promissor da religião, conhecido como Califado Rashidun. Esses homens virtuosos eram companheiros do Profeta Muhammad e foram responsáveis por difundir a religião para diversos cantos do planeta. Por isso, o legado deles serve de exemplo para muitos muçulmanos. 

Os quatro califas foram os primeiros sucessores do Profeta Muhammad, eram eles: Abu Bakr, o melhor amigo e sogro do Profeta; Omar, um asceta rígido consigo mesmo, afeto à aplicação da justiça e um dos companheiros mais leais ao Mensageiro de Deus; Uthman, um dos primeiros seguidores do Islam, que doou grande parte de seus bens pela comunidade, e, por último, Ali, que era primo e genro do Profeta, e grande mentor espiritual dos muçulmanos. 

O Califado Rashidun  durou apenas 29 anos. No entanto, durante este período, o Islam se espalhou pela Península Arábica, além das regiões do Levante, Babilônia, Pérsia e parte da Ásia central e do norte da África.

Abu Bakr as-Siddiq

Abu Bakr em árabe

Abu Bakr é conhecido pelos muçulmanos como as-Siddiq, que significa “o Confirmador” em português. Ele possui este título devido aos eventos que se desenrolaram após a volta da Viagem Noturna ou al-Isra do Profeta, no qual cada vez em que o Profeta afirmava algo de seu milagre e era desmentido pelos incrédulos, Abu Bakr o defendia dizendo “sadaq’’, ou “disses-te a verdade.’’

Abu Bakr esteve com o Profeta Muhammad durante a hégira, ou seja, quando os muçulmanos tiveram que migrar de Meca para Medina. Além disso, foi o único companheiro que esteve ao lado do mensageiro de Deus quando ele foi obrigado a se esconder na caverna de Thaur para escapar da perseguição da tribo dos coraixitas.

O Profeta Muhammad tinha grande estima e confiança em seu companheiro. Por causa disso, quando começou a ficar gravemente doente, ele pediu a Abu Bakr para que conduzisse os muçulmanos na oração.

Abu Bakr era dono de uma personalidade doce e gentil e ficou muito abalado por ver os dias de seu mestre chegando ao fim. Por isso, sua filha Aisha, que era esposa do Profeta, pediu a Muhammad que deixasse Omar guiar a comunidade naquele momento.

Porém, o Santo Profeta não voltou atrás e Abu Bakr conduziu a comunidade até os últimos dias de vida de Muhammad.

A comunidade muçulmana viveu uma terrível aflição após a morte do seu mestre. No entanto, Abu Bakr, que havia passado tanto tempo lamentando a morte do Profeta, demonstrou uma boa postura para reconduzir os fiéis, dizendo:

“Aquele que adora a Muhammad, eis que Muhammad está morto de fato. Mas, aquele  que adora a Deus, eis que Ele está vivo e nunca morre.” (Sahih Al Bukhari Vol.5, Livro.57, No.19)

Abu Bakr como Califa

A postura firme de Abu Bakr após a morte do Profeta Muhammad fez com que a comunidade muçulmana que vivia em Medina o elegesse como califa.

Embora seu califado tivesse durado por um período curto, de cerca de dois anos, o califa precisou lidar com uma série de problemas para evitar que os princípios do Islam se perdessem.

Antes de morrer, o Profeta Muhammad levantou um exército para combater os soldados bizantinos na Síria. No entanto, quando ele faleceu, as tropas ainda não haviam saído de Medina e a situação estava desfavorável para os muçulmanos, devido ao caos que havia se instalado na comunidade após a morte do Mensageiro de Deus.

Por causa dos problemas que a comunidade estava enfrentando, muitos dos companheiros do Profeta haviam recomendado que Abu Bakr não prosseguisse com a ofensiva. No entanto, ele respondeu: “Que autoridade tem o filho de Abu Quhafah para parar o que foi iniciado pelo Santo Profeta?”. 

Através da determinação de Abu Bakr, os muçulmanos conseguiram derrotar os romanos. Em seguida, ele também conseguiu reprimir uma rebelião no Bahrein, que teve apoio dos persas.

No entanto, o principal desafio de Abu Bakr estava dentro de sua comunidade. Após a morte do Profeta, muitas pessoas começaram a conspirar contra o legado que ele deixou. Alguns haviam aceitado o Islam somente por conveniência; outros não aceitaram a decisão da maioria sobre a sucessão de Abu Bakr e também havia pessoas que, mesmo sendo ricas, se recusaram a pagar a caridade do Zakat, criando um parecer teológico novo na religião em cujo o Zakat seria um “dinheiro devido ao Profeta.’’. Além disso, também houveram casos de homens alegando serem profetas e tentando dominar Medina.

Abu Bakr liderou os muçulmanos contra todos que se revoltaram contra o califado e conseguiu vencer todos os conflitos. A batalha mais sangrenta foi contra o falso profeta Musalimah e, apesar de o oponente ter um exército muito maior, os adeptos do Islam saíram vitoriosos.

Sua personalidade nobre e sua determinação no campo de batalha foram fundamentais para manter o Islam vivo ao longo dos séculos. Além dessas qualidades, um legado palpável deixado por Abu Bakr foi extremamente importante para difundir o Islam e manter a religião coesa: a compilação do Alcorão em um livro.

Quando o mensageiro de Deus recebeu as revelações, os muçulmanos registravam as passagens em peles de animais, papéis e rochas. E quando ainda era vivo, ele ensinou aos seus companheiros qual era a ordem dos versos sagrados. No período do califado, graças aos esforços de Abu Bakr e dos companheiros do Profeta, foi possível compilar todas as passagens em um único livro.

No ano de 634, Abu Bakr ficou doente e, após 15 dias em estado grave, ele morreu aos 60 anos de idade. Quando soube da notícia, Ali ibn Abu Talib foi até a casa de seu falecido amigo e, quando estava rodeado de pessoas, ele disse: “Ó Abu Bakr, que Allah tenha misericórdia de você. Você era o companheiro mais próximo e amigo do Mensageiro de Allah; você foi um consolo para ele; você era quem ele mais confiava.”

Omar ibn Al-Khattab

Omar em árabe

Omar Ibn Al-Khattab vinha de uma nobre família coraixita e, durante muito tempo, ele foi adepto dos cultos idólatras. Ele relutou muito quando a mensagem do Islam foi revelada, perseguiu os muçulmanos e, em uma determinada ocasião, saiu de casa com a intenção de matar o Profeta Muhammad. 

Quando Omar disse que mataria o mensageiro de Deus, alguém o advertiu dizendo que teria que matar sua irmã e seu cunhado, pois haviam aderido ao Islam. Omar ficou furioso, foi até a casa de seu cunhado e o agrediu com crueldade. Ao ver a cena, sua irmã tentou intervir e acabou apanhando também.

Os parentes que foram agredidos não se intimidaram e disseram que não abandonariam a religião. Quando ouviu isso, Omar pediu a sua irmã que recitasse um trecho do Alcorão, e ela o fez. 

Ao ouvir as palavras sagradas, Omar se transformou milagrosamente e se dirigiu até a casa do Profeta, desta vez não com a intenção de matá-lo, mas de se converter ao Islam. 

Por ser um homem forte, corajoso e influente, Omar se tornou um porto seguro para os muçulmanos, os protegendo de muitas perseguições, declarando sua adoção do Islam abertamente.

Omar como Califa

Antes de morrer, Abu Bakr o escolheu para a sucessão do califado. O reinado de Omar durou entre os anos de 634 a 644 e foi marcado por uma grande expansão dos domínios islâmicos para os territórios da Síria, Iraque, Irã, Egito e Palestina.

Seu prestígio era tão grande que, quando Jerusalém foi conquistada, Omar visitou a cidade a pedido de seus habitantes e assinou um tratado entre os muçulmanos e o povo de Jerusalém.

O crescimento do Califado Rashidun fez com que Omar tivesse que tomar várias medidas para organizar o estado. Ele dividiu os domínios islâmicos em províncias para facilitar a administração, estabeleceu um órgão consultivo para assessorar o seu governo e criou um departamento financeiro para construir escolas e mesquitas.

Foi durante o governo de Omar que o calendário islâmico foi instituído. Antes, os árabes não tinham um sistema para decidir em que ano estavam. Dessa forma, as datas eram marcadas com base em eventos que haviam ocorrido em um período próximo. 

Também foi nesse período que ficou estabelecido que a hégira, ou seja, a migração dos muçulmanos de Meca para Medina, seria o marco zero do calendário islâmico. Até hoje, muitos países de maioria islâmica se orientam com base neste acontecimento.

Além de ser um excelente comandante militar e estrategista político, Omar se preocupava bastante com o bem-estar do povo. Ele tinha o hábito de sair à noite disfarçado pelas ruas de Medina, para ver se alguém precisava de ajuda.

Em uma determinada noite, Omar viu uma mulher com alguns filhos pequenos que estavam chorando bastante, pois estavam com fome. A mãe, para consolar suas crianças, colocava a panela no fogo, mas não tinha nenhuma comida para dar a elas.

Após ver essa cena, Omar decidiu ir até o tesouro e trazer todos alimentos e itens necessários para aquela mulher. Um de seus servos, que assistia aquela cena, se ofereceu para carregar a carga do califa, no entanto, Omar respondeu: “Você não poderá carregar a minha carga no Dia do Juízo Final. Eu preciso fazer isto sozinho”.

Quando entregou os suprimentos para a mulher, ela sentiu imensa gratidão e, sem saber que aquele homem era o califa, ela começou a orar em voz alta, pedindo a Deus que ele governasse no lugar de Omar. Ele começou a chorar e saiu dali sem dizer nenhuma palavra.

No ano de 644, Omar foi brutalmente assassinado por um servo persa enquanto orava em uma mesquita aos seus 59 anos de idade. Ele era um dos dez companheiros abençoados que, segundo o Profeta Muhammad, seriam recompensados com o Paraíso.

Uthman Ibn Affan

Uthman em árabe

O califa Uthman Ibn Affan era do clã dos Banu Umayya, os Omíadas. Ele foi a quarta pessoa a se converter ao Islam e assumiu sua fé graças aos esforços de Abu Bakr. Ao tornar-se muçulmano, ele sofreu muitas perseguições, especialmente dos seus tios, que se opunham à religião.

Uthman era conhecido por sua generosidade com os mais pobres. Por causa disso, ele ficou conhecido como Ghani, que em português significa “o próspero”. 

Devido à sua personalidade nobre, o Profeta Muhammad concedeu a Uthman uma de suas filhas em casamento, a bela Ruqayyah. Quando ela morreu, o Mensageiro de Deus concedeu a mão de sua outra filha, Ummi Kulthum. Dai em diante, Uthman passou a ser conhecido como “Dhul Nurein’’ ou “Mantenedor de Duas Luzes’’, que eram as iluminadas filhas do Mensageiro de Deus. 

Uthman como Califa

Antes de morrer, Omar havia indicado seis nomes para lhe suceder e a maioria do conselho de Medina optou por Uthman, que assumiu o poder após a morte de seu predecessor. 

Uthman ficou no poder por 12 anos, entre os anos de 644 e 656, e seu reinado foi marcado por invasões e várias revoltas. Ele foi responsável por conter uma rebelião na Pérsia e por vencer um ataque bizantino na região do Egito.

Ao vencer esses desafios, Uthman permitiu que o Islam se espalhasse ainda mais por esses territórios, até que ele chegasse à região da Ásia Menor. 

Apesar dos diversos conflitos, o reinado de Uthman também ficou marcado por algo positivo. Nesta época, o Alcorão que havia sido compilado por Abu Bakr foi copiado em diversos exemplares, que foram distribuídos aos domínios islâmicos, possibilitando aos muçulmanos ter o livro sagrado em suas mãos.

Durante os seis últimos anos de mandato de Uthman, muitos muçulmanos recém convertidos, que não conheciam os hábitos do Islam tão bem como aqueles que conviveram com o Profeta Muhammad, começaram a se revoltar, acusando Uthman de esbanjar as riquezas do califado e de usar o poder para favorecer seus parentes.

Uthman não conseguiu conter os revoltosos, até que, por fim, eles cercaram sua casa enquanto ele recitava o Alcorão, chutaram o livro sagrado e o atacaram com brutalidade até que ele viesse a falecer. O ataque fez com que o sangue de Uthman respingasse na segunda surah, em um trecho em que dizia:

“Allah ser-vos-á suficiente contra eles, e Ele é o Oniouvinte, o Sapientíssimo.” (Alcorão 2:137) 

Assim como Omar, Uthman também era um dos dez companheiros abençoados que alcançariam o paraíso. Ele faleceu aos 76 anos.

Ali Ibn Abu Talib

Ali em árabe

Ali Ibn Abu Talib era sobrinho do Profeta Muhammad e foi o primeiro jovem a entrar para o Islam. Quando Ali nasceu, seu pai, Abu Talib, passava por um grande problema financeiro e seus filhos ficaram sob a guarda de outras pessoas. Para a sorte do jovem, o Mensageiro de Deus ficou encarregado de cuidar dele.

Ali teve papel fundamental para a expansão do Islam desde o momento da revelação. A migração dos muçulmanos de Meca para Medina talvez não teria sido bem sucedida se o sobrinho do Profeta não tivesse dormido na cama do tio para que este conseguisse fugir para longe dos coraixitas que queriam matá-lo.

À medida em que os muçulmanos precisavam se proteger do ataque de seus agressores, Ali se mostrava um soldado habilidoso, e lutou em quase todas as batalhas ao lado do exército islâmico. Ele se casou com Fátima, outra filha do Profeta Muhammad. 

Ali como Califa

Após a morte de Uthman, a sucessão do califado viveu um hiato de cinco dias, com diversos conflitos entre os partidários para saber quem assumiria o poder. Ali então por seus méritos, fora aclamado pela comunidade.

Logo após ser eleito, Ali transferiu a capital do califado para Kufa, no Iraque, por ser uma região mais central. Desde o princípio de seu mandato, ele sofreu forte pressão de outros companheiros do Profeta, como Talha, Zubayr e até mesmo Aisha, a viúva do Mensageiro de Deus, para que os culpados pela morte de Uthman fossem punidos. 

No primeiro momento, a preocupação de Ali foi com a desordem e o caos que havia tomado conta do califado. No entanto, os grupos que o pressionavam não concordaram com a postura do governante, e começaram a se organizar em exércitos.

Ali fez tudo o que podia para evitar o conflito, pois não desejava que ocorresse derramamento de sangue. Mas, ainda assim, os revoltosos foram em direção à cidade de Basra para combater o seu exército, no entanto, não tiveram sucesso. Talha e Zubayr abandonaram as tropas antes mesmo do início da batalha, e foram mortos por outros oponentes. 

No entanto, Aisha, que era muito respeitada por Ali, foi enviada de volta para Medina sob a escolta do seu irmão, Muhammad Ibn Abu Bakr. 

Em determinada ocasião, Ali havia tentado submeter um omíada,  Muawiyah, filho de Abu Sufyan e governador da Síria, ao califa. No entanto, ele se recusou, dizendo que não se submeteria enquanto os responsáveis pela morte de Uthman, que eram membros do mesmo clã, não pagassem pelo crime que cometeram. 

Muawiyah começou a mobilizar um exército na Síria para iniciar uma revolta, e Ali não teve outra alternativa senão combatê-lo. No ano de 657, ambas as forças se enfrentaram em batalha, e ambos os lados sofreram muitas perdas.

No fim do embate, foi montado um comitê para avaliar o que seria feito com a questão que os havia levado a luta. Amr Bin As representou Muawiyah e Abu Musa al-Ashari defendeu a causa de Ali. 

O comitê tomou sua decisão, mas um novo problema surgiu quando Amr Bin As quis revogá-la. Isso fez com que muitas pessoas se afastassem de Ali e buscassem um novo líder. Este grupo ficou conhecido como carijitas.

Ali tentou fazer com que os revoltosos se submetessem ao seu governo, mas falhou, e isto provocou uma nova revolta. Desta vez, muitos soldados carijitas foram mortos.

Inconformados com a derrota, os carijitas planejaram matar Ali, Amr Bin As e Muawiyah. No entanto, os dois últimos conseguiram escapar com vida. 

Durante o Ramadan do ano de 661, Ali foi atacado enquanto ia para mesquita fazer a oração. O golpe que sofreu foi fatal, e dois dias depois, ele faleceu aos 59 anos. Após sua morte, surgiu a dinastia Omíada, liderada por Muawiyah.

Conclusão

O Califado Rashidun é considerado pelos muçulmanos um período próspero para a religião, no qual o Islam se expandiu para vários territórios e os valores da religião foram passados para várias culturas diferentes.

Este período foi comandado pelos quatro califas divinamente guiados, que foram companheiros do Profeta Muhammad. Eram eles: Abu Bakr, Omar, Uthman e Ali.

Ao todo, o califado durou 29 anos e foi marcado por várias tentativas de contornar crises políticas, pela expansão de domínios e pela compilação e distribuição das cópias escritas do Alcorão. 

O califado entrou em decadência quando Uthman começou a ser acusado caluniosamente de ser um governante injusto, o que fez com que várias pessoas se revoltassem e o atacassem com violência, matando-o. 

O sucessor de Uthman era Ali Ibn Abu Talib, que tentou de todas maneiras contornar a crise e restaurar a paz no califado. No entanto, ele não teve sucesso e seu governo foi marcado por várias guerras. 

Apesar de muitos companheiros de Ali terem morrido em batalhas, o califa saiu vencedor de quase todos os confrontos.

O único confronto que Ali não venceu foi contra Muawiyah, que buscava vingança pela morte de seu primo Uthman. Esta batalha ficou empatada e precisou da decisão de um comitê para qual lado seria do conflito iria se sobressair. 

O comitê não chegou a um consenso e um grupo de pessoas se revoltou por causa disso, decidindo matar Ali e Muawiyah. O segundo conseguiu escapar, no entanto Ali foi assassinado, o que marcou o fim do Califado Rashidun, e deu início à dinastia dos Omíadas.

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