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A Grande Mesquita de Medina Baye, um dos locais mais importantes para os seguidores da ordem Tijani.

Os Místicos do Islã: A ordem Tijaniyyah

A Tariqa Tijaniyya, às vezes referida como Tariqa Ahmadiyya, Muhammadiyya ou Ibrahimiyya Hanifiyya, de acordo com seus seguidores, foi fundada na Argélia em (1778/1192) por ordem do Profeta Muhammad, que Deus o abençoe e lhe conceda paz, que apareceu a Sidi Abu Abbas Ahmad ibn Muhammad Al-Tijani al-Hassani, que Deus esteja satisfeito com ele, em estado de vigília não em sonho.

Esta ordem sufi já se espalhou por todo o mundo, com grandes comunidades Tijanis encontradas hoje em Marrocos, Argélia, Mauritânia, Egito, Senegal, Gana, Nigéria, Níger, Chade, Sudão, África do Sul, Indonésia, América e outros lugares incluindo o Brasil. Estimar o número de tijanis (aqueles que são membros da tariqa) em todo o mundo é difícil, mas estimativas conservadoras provavelmente colocariam o número em algum lugar em torno de cem milhões. Desde o século XIX, a Tijaniyya tem sido a ordem sufí mais proeminente no continente africano.

Para melhor compreensão da tariqa, o presente artigo partirá primeiramente da biografia de seu fundador e dos seus sheikhs mais importantes, para que em seguida se fale das invocações obrigatórias (adhakar) e por último das instituições ligadas a ela.

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Biografia Xeque Ahmad Tijani

Sidi Abu Abbas, Ahmad al-Tijani, nasceu no sudoeste da cidade de Ain Madi, o oásis argelino em dez de junho de 1737 (no duodécimo de Safar no ano 1150). Ele era hassani descendente do Profeta Muhammad por meio de seu primeiro neto Hassan ibn Ali e mais tarde por Mawlay Idris, o célebre fundador do Marrocos. Seu pai era Sidi Muhammad b. Al-Mukhtar b. Ahmad b.Muhammad b. Salam, um erudito proeminente e sua mãe era Aisha b. Muhammad b. Sanusi (nenhuma relação conhecida com Muhammad al-Sanusi, o fundador do Sanusiyya), conhecida por sua piedade e generosidade.

O jovem xeque Tijani continuou na tradição acadêmica de sua família e cidade, memorizando o Alcorão aos sete anos antes de se voltar para o estudo da jurisprudência ( fiqh e usul al-fiqh ), tradições proféticas (Hadith), explicação do Qur ‘Um ( tafsir ), recitação do Alcorão ( tajwid ), gramática ( nahw ) e literatura ( adab ), entre outros ramos das ciências islâmicas tradicionais. Depois de dominar todos essas ciências em uma idade muito jovem, o xeque se tornou aos vinte anos Mufti (um erudito licenciado para emitir decisões legais), no entanto sua sede por mais conhecimento o empurrou para deixar a cidade de seu nascimento em (1758/1171) indo para a cidade de Fes no Marrocos.

Deste modo, com 21 anos de idade tinha uma sólida formação religiosa e obteve diplomas que o autorizavam a ensinar ciências islâmicas. Xeque Tijani se sentiu atraído por diversas turuq (plural de Tariqah) ou ordens sufis como a Qadiriyya e a Nasiriyya. Um Wali chamado Muhammad bin al-Hasan al-Wankhili predisse que ele alcançaria uma plenitude espiritual no deserto. Deste modo, o xeque foi a uma localidade chamada Al Abiad, situada no deserto e se integrou ali na zawiya de Sidi Abdul Qadir bin Muhammad, onde ensinou por cinco anos.

Mais tarde, xeque Tijani partiu para Meca. Em seu caminho para a Cidade Santa parou em uma região de Azwawi, perto de Argel, onde foi iniciado na Tariqah sufi Khalwatiyyah por um muqqadam chamado Mahmud ibn Abdur Rahman. Em 1774 (1188) chegou finalmente a Meca e se comunicou ali com um xeque sufi indiano Ahmad Bin Abdullah através do servo deste. Depois da morte de Ahmad, Sheikh Ahmad Tijani foi a Medina visitar a tumba do Profeta (que a paz e as bençãos de Allah estejam sobre ele), onde se encontrou com o líder da Tariqah Khalwatiyya, Sheikh Abdul Karim As-Samman. Este informou ao xeque Tijani que este iria se converter em Qutb al Aqtab (Autoridade Dominante ou o Pólo dos Pólos) dos awliyah (amigos de Allah, santos). Depois de deixar Madina iniciou um período de reclusão (khalwa) consagrado à recordação (zikr) de Allah e à contemplação em Abi Sangum, um Oásis do Sahara.

Durante o primeiro ano de sua estada ali, xeque Tijani foi abençoado com a visão do Profeta Muhammad (que a Paz e as Bênçãos de Allah sejam sobre ele). Segundo xeque Tijani, o Profeta apareceu-lhe quando se encontrava em um estado de consciência e o havia ordenado, de acordo com as palavras de xeque Tijani, a abandonar todas as vias (turuq) que vinha seguindo até aquele momento dizendo: “Você não deve nada aos Shuyukh do Caminho (sufi), pois eu mesmo serei teu intercessor ante teu Senhor e teu auxiliador.” Xeque Tijani também afirmou que lhe fora concedida a posição de Al-Khatim ul Wilayah, o Selo da Santidade, o que significava que havia passado a possuir posição que nunca havia de ser alcançada pelos santos que vieram depois dele. A Tariqah Tijaniyyah foi fundada no ano de 1778 (1192). Xeque Ahmad Tijani passou deste mundo em 1815 (1230) com a idade de oitenta anos e foi enterrado em sua zawiya em Fes, que hoje continua sendo um centro de congregação para Tijanis em todo o mundo.

Além do xeque Ahmad Tijani, alguns outros xeques se destacaram na tariqa ao longo dos anos, citarei alguns:

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Xeque Al Hajj Umar ibn Saʽīd Tal 1797 -1864 (1212-1281) foi khalifa da tariqa tijaniya na Africa Ocidental, lutando contra a dominação francesa na região, combatendo os  franceses e demais não muçulmanos fundando o Império Tukulor 1848-1890 (1264-1307).

Xeque Sheikh Ibrahim Niyass nasceu em outubro de 1900 (15 do Rajab de 1320 H) e faleceu em 26 de julho de 1975 (15 do Rajab de 1395 H). Foi filho do Hajj Abdullahi Niyass e neto de Muhammad Niyass, os quais eram Ulama bastante conhecidos no Senegal. Ao crescer em tal ambiente intelectual, este o permitiu reforçar seu conhecimento e compreensão das ciências islâmicas.  Embora fosse o mais jovem entre os filhos de seu pai, após o falecimento deste em 1922, se destacou como o mais sobressalente deles. Converteu-se, de fato, no marabuto mais importante dentro da casa de seu pai e em toda região. A importância que adquiriu está refletida no livro “Notes et Etudes sur I’Islam Em Afrique Noir”, onde encontramos está declaração: “Al Hajj Ibrahim Niasse é incontestavelmente a personalidade religiosa mais notável do tijanismo senegalês em toda a região de Sin-Salum” . Por outro lado e pela primeira vez desde a época do fundador xeque Ahmad At-Tijani (m.1815) encontramos a existência de um grupo internacional, composto por muçulmanos de várias nacionalidades, dentro da Tariqah Tijaniyyah.

Xeque Ibrahim Niyass foi, deste modo, abençoado com um carisma especial para sua missão. Não deveríamos nos surpreender, pois seu advento fora anunciado não só pelo xeque Ahmad At-Tijani (RA) , mas sim, também pelo Sheikh Usman Dan Fodio (m.1871/1288), O Xeque Ahmad At-Tijani predisse: “Uma faydah, ou inundação,abrumará aos meus companheiros, já que o povo entrará nesta Tariqah de forma multitudinária. Esta faydah se produzirá em um tempo em que a humanidade se encontrará afetada por extremas dificuldades”. O xeque Ibrahim começou sua missão em 1929(1348), no ano, ressaltamos em que se deu o começo da grande depressão. Com anterioridade ao tempo do Xeque Ibrahim houveram muitos que se diziam ser aquele o qual predisse o Xeque Ahmad Tijani. No entanto, nenhum deles se ajustava tão bem às características mencionadas por este como o Sheikh Ibrahim. Além disso, este ponto de vista tem estado em concordância a numerosos líderes tijanis, que afirmam que o Xeque Ibrahim, certamente, foi o possuidor da Al-Faydah.

Xeque Ibrahim foi o chefe da maior comunidade muçulmana do século XX na África Ocidental e fundador do maior ramo da ordem sufi Tijaniyyah, ramo Ibrāhīmiyah da ordem Tijānī cujos adeptos se designam em árabe como o povo do Faydah Tijāniyyah (Tijānī Flood) ou no Wolof como Taalibé Baay (discípulos de Baay).Atualmente é o maior do mundo dentro da tariqa.

Xeque Hassan Cisse (1945/1364-2008/1429) outras formas de grafia são Cheikh Assane Cissé ou Shaykh Hasan Cisse (também Sise ou Seesay), foi um erudito islâmico, xeque sufi e ativista humanitário que serviu como Imam para a International Muslim Community em Medina Baye (ou “Baay”) em Kaolack, Senegal, Oeste Africano. Ele era filho de Sidi Ali Cisse e Fátima Zahra Niasse; e neto de Ibrahim Niass, tambémgrafado como “Niasse” (falecido em 1975) que foi um Shaykh da ordem sufi Tijaniyyah. Sheikh Hassan Cisse se tornou um dos mais proeminentes lideres da ordem Tijaniyyah, arrebatando milhares de seguidores em mais de 40 países e unificando culturas diversas sob a bandeira do Islam. Também devotou-se a ajuda humanitária, promovendo campanhas contra epidemias (em especial poliomielite, málaria e HIV) , a pobreza e a discriminação racial, religiosa e de gênero em todo o continente africano, entre outros. Ele faleceu em 14 de agosto de 2008 na cidade Kaolack, no Senegal.

Alem de servir como Imam em Medina Baye, Sheikh Hassan Cisse foi o fundador e primeiro presidente do Islâmico Instituto Anglo – Africano, uma organização não-governamental reconhecido pela ONU como promotora da educação, protetora das mulheres e das crianças, provedora de assistência médica e promotora de dialogo inter-religioso entre os Estados Unidos e o Oeste Africano. Ele foi presidente da Universidade El-Hajj Ibrahim Niasse, em Dakar, Senegal; Presidente Africano da Organização Islâmica para a População e o Desenvolvimento; Assessor Especial para Assuntos Islâmico para a República de Gana; e membro honorário da liga dos Ulamas da Republica Islâmica da Mauritânia. Como um notável Sheikh em âmbito mundial da ordem sufi Tijaniyyah, ele tem seguidores fora da África sub-saariana em lugares tão diversos como a Líbia, o Paquistão, Indonésia e Trinidad y Tobago. Ele foi particularmente influente na propagação do Islam e da ordem sufi Tijaniyyah nos Estados Unidos, no Caribe e na África do Sul. O Xeque tinha um histórico de colaboração com diversas organizações islâmicas (Organização da Conferência Islâmica, Universidade Al-Azhar), governos (Senegal, Marrocos, Gana, Nigéria), organizações de ajuda internacional (OMS, UNICEF, Rotary International) para a promoção de sua declarada missão de educação, bem-estar da humanidade e de compreensão mútua; acreditava que: “Investir na humanidade é uma investidura em Deus.”

Assim foram citados alguns xeques que tiveram muita importância na história islâmica e mereceram uma pequena menção nesse artigo.

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É importante salientar que de acordo com os ensinamentos de xeque Ahmad Tijani é preciso que haja obediência estrita a shariah. Xeque Tijani manifestou neste sentido a seus seguidores: “Sejas o que ouvirdes seja dito, compare com o que está estabelecido na Sharia. Caso se ajuste a ela, tomai-o. Se não é assim, deixai-o.”

Também disse: “Dentro do Alcorão e do Hadith encontrareis a Tariqah Tijaniyyah.

Fora do círculo do Alcorão e do Hadith não há nada com o nome de Tariqah Tijaniyyah”.

Este aspecto é muito importante para qualquer muçulmano que queira se tornar tijani, além da estrita obediência a chariah é preciso satisfazer algumas outras condições estabelecidas pelo xeque Tijani:

  1. Faça os dhikrs Tijanis obrigatórias até a morte.
  2. Praticar as 5 orações diárias a tempo (e de preferência em Jama’ah).
  3. Não tomar ou praticar qualquer Dhikrs de qualquer santo sufi não-tijani, respeitando-os completamente. Você deve deixar também todos os outros Dhikrs anteriores que você teve.
  4. Não visitar nenhum Wali não-Tijani, morto e nem pedir ajuda espiritual e orientação, mas ame todos.
  5. Obedecer e respeitar os pais completamente.

Ao aceitar as condições e fazer baya (juramento de fidelidade) ao xeque diretamente ou por meio de algum de seus muqadam, o adepto se compromete a praticar os dhikrs obrigatórios da tariqa que são:

  • O wird – praticado duas vezes por dia de preferência após as orações da madrugada e da tarde;
  • O wazifa – praticado uma vez por dia, de preferência em congregação e após a oração do por do sol;
  • Dhikrul jumah – praticado uma vez por semana na sexta-feira, de preferência em congregação e uma hora antes do por do sol.

Xeque Tijani informou posteriormente a seus seguidores que o Profeta havia-lhe entregado o wird e a wazifa da nova Tariqah dizendo: “Mantenha esta Tariqah sem saírem deste mundo, nem deixarem de relacionar-se com as pessoas para que alcanceis um grau espiritual que vos foi prometido”. (Yawahir ul Maani,p.32,Cairo) O Profeta (que a Paz e as Bênçãos de Allah sejam sobre ele) disse que estas orações (wird) eram de tal natureza que se alguém as aceitava do Sheikh Tijani, se converteriam em awliya (santos) de Allah e não abandonariam esta vida antes de haver alcançado este estado de wilayah.

Todos os dhikr da tariqa são baseados em três princípios:

Pedindo perdão a Allah ( astaghfirullah ). É proibido que um muçulmano impeça seu irmão no Islã de dizer astaghfirullah . Nenhum de nós é infalível. Da mesma forma que fazemos algo hoje mesmo, podemos fazê-lo errado amanhã. Conseqüentemente, o Profeta nos ordenou dizendo: “Sua doença é os pecados e o remédio da sua doença é dizer astaghfirullah “. Além disso, há muitos versículos no Alcorão que nos aconselham a dizer astaghfirullah.

O segundo princípio é dizer a ilaha illallah : “Não há nada digno de adoração senão Deus”. Em um Hadith, o Profeta disse: “As melhores palavras que já falei junto com os Profetas anteriores são as palavras la ilaha illallah “. Certamente, quando Deus, que não tem limite, diz lembrar de “muitas vezes”, não deve ser levado levemente.

E o terceiro princípio é Salat ‘ala Nabi , a oferta de orações sobre o Profeta. Deus ordenou que a comunidade dos crentes ofereça orações ao Profeta, assim como Ele próprio fez junto com seus anjos (Qur’an, 33:56). Além disso, o Profeta disse em outro Hadith: “Quem oferece uma oração sobre mim, Deus oferecerá dez sobre ele”. Em outro relatório, o Profeta disse: “Quem oferecer uma oração sobre mim, Deus oferecerá dez sobre ele; Se ele fizer dez, Deus o fará cem para ele; Se ele o fizer cem, Deus o fará mil por ele; Se ele o fizer mil, ele entrará ombro a ombro comigo no paraíso .”

Finalizo este artigo dizendo que o objetivo dos discípulos é alcançar a elevação espiritual, aproximando mais de Allah por meio dos dhikrs da tariqah, essa elevação vem acompanhada do aprendizado corânico e pela prática das orações obrigatórias e voluntárias e pelo jejum constante.

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